Aspeto | Informação |
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Nome | Ursofalk (ácido ursodesoxicólico – UDCA) |
Classe | Ácido biliar hidrofílico |
Forma | Cápsulas (ex.: 250 mg) |
Objetivo | Dissolver cálculos de colesterol; melhorar fluxo biliar em perfis colestáticos |
Mecanismo | ↓ Saturação de colesterol na bílis; efeito colerético e citoprotetor |
Resposta | Gradual; requer uso continuado |
Efeitos frequentes | Fezes moles/diarreia, dor abdominal, náuseas, flatulência; variações de enzimas hepáticas |
Interações/atenção | Colestiramina/colestipol; antiácidos com alumínio; ciclosporina/sirolímus; estrogénios/fibratos |
Cuidados extra | Tomar com alimentos; não abrir cápsulas; não duplicar tomas esquecidas |
Conservação | Local seco, protegido de luz/humidade; embalagem original |
Este guia Ursofalk ácido ursodesoxicólico 250 mg Portugal reúne, de forma direta, os pontos-chave sobre o produto: o que é, como atua no organismo, para que serve, orientações gerais de como tomar, efeitos possíveis, o que evitar e cuidados de conservação. O objetivo é dar-te uma visão prática para entenderes como esta opção atua na bílis e nas vias biliares.
O Ursofalk contém ácido ursodesoxicólico (UDCA), um ácido biliar hidrofílico. Atua ao reduzir a saturação de colesterol na bílis, favorecendo a dissolução de cálculos biliares de colesterol em situações selecionadas. Tem ainda efeito colerético (promove o fluxo biliar) e citoprotetor sobre os colangiócitos, ajudando a melhorar o perfil de colestase em algumas doenças hepato-biliares. A resposta clínica é gradual, sendo habitual a necessidade de uso continuado para consolidar benefícios.
O Ursofalk ácido ursodesoxicólico Portugal é utilizado para:
Dissolução de cálculos biliares de colesterol (sobretudo pequenos/médios) quando a vesícula biliar está funcional e os cálculos são radiotransparentes.
Doenças colestáticas crónicas (ex.: perfis compatíveis com colestase e alterações da bílis) com vista a melhorar o fluxo biliar e os marcadores laboratoriais.
Bile-reflux gastrite/situações com irritação biliar documentada.
Prevenção de cálculos em contextos de perda ponderal rápida, conforme descrito no folheto da apresentação.
Observação: a finalidade concreta e a duração do uso variam consoante o quadro clínico e a resposta individual descrita no folheto da tua apresentação.
Fezes moles/diarreia, dor abdominal/cólicas, náuseas ou flatulência.
Prurido cutâneo em perfis colestáticos pode oscilar; por vezes melhora com o uso.
Alterações transitórias de enzimas hepáticas podem ocorrer; vigiar conforme indicado no folheto.
Raramente, calcificação de cálculos ou intolerância digestiva persistente.
Resinas ligadoras de ácidos biliares (ex.: colestiramina, colestipol) e antiácidos com alumínio — podem reduzir a absorção do UDCA; espaçar 2–3 horas entre tomas.
Ciclosporina/sirolímus e fármacos com janela terapêutica estreita — podem ter níveis alterados; verifica no folheto.
Estrogénios/alguns fibratos podem aumentar a saturação de colesterol na bílis, contrapondo o objetivo.
Evitar álcool em excesso e hábitos que agravem a estase biliar.
Conservar em local seco, protegido de luz e humidade, na embalagem original. Respeitar o prazo de validade e manter fora do alcance das crianças.
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